Seleção Noz da Terra
Sal de Aveiro: sal marinho das marinhas da Ria de Aveiro, obtido por evaporação natural ao sol e ao vento e colhido à mão pelos marnotos, sem refinar e sem aditivos. Tem cristais grossos e irregulares. Vendido em embalagens de 500 g e 1 kg, para carnes, peixe, conservas e para assar castanhas.
Conheça o produto
A costa atlântica da Península Ibérica é desde longa data conhecida pela produção de sal, sendo uma das atividades mais antigas do território português, devido às ótimas condições geográficas e climatéricas – ventos dominantes fortes e quentes durante uma parte do ano e verões de temperaturas elevadas e constantes.
O sal da Ria de Aveiro resulta da evaporação natural da água salgada, sob a ação do sol e do vento.
A colheita é manual, e o resultado é um sal não refinado e sem aditivos. A sua forma é irregular e os cristais são grossos, homogéneos e compactos. Compõe-se principalmente de cloreto de sódio, com vestígios de outros elementos, como cálcio, magnésio e potássio.
Para além da aplicação culinária, o sal também se usa em cosmética caseira, por exemplo como esfoliante da pele, misturado com óleos e mel.
O sal é essencial para o nosso organismo funcionar e para as diversas funções que este desempenha, no entanto deve-se consumir com moderação.
A Organização Mundial da Saúde recomenda não ultrapassar 5 g de sal por dia.
Na culinária, o sal da Ria de Aveiro é altamente valorizado por chefs e gourmets, e pode utilizar-se numa variedade de pratos.
A sua textura e sabor únicos fazem dele um excelente tempero para carnes, peixes e vegetais, realçando os sabores naturais dos alimentos. Pode utilizar-se em pratos como o arroz de marisco ou o bacalhau, onde a qualidade do sal faz toda a diferença no resultado final.
Além de ser um tempero, o sal da Ria de Aveiro também se pode utilizar em conservas e na preparação de pratos de charcutaria, onde ajuda a preservar os alimentos e a intensificar os seus sabores. A sua versatilidade permite que seja utilizado em diferentes etapas da cozinha, desde a marinada até à finalização de pratos, onde é polvilhado para um toque final.
Outro aspecto interessante é que o sal da Ria de Aveiro é frequentemente utilizado em combinações com ervas e especiarias, criando misturas aromáticas que se podem utilizar em grelhados e saladas. Existem até versões infundidas com ervas locais, que proporcionam uma experiência gastronómica ainda mais rica.
Em suma, o sal da Ria de Aveiro é um produto saboroso e tradicional, que acrescenta um toque especial à culinária. A sua produção artesanal e o respeito pela tradição fazem dele um verdadeiro tesouro da gastronomia portuguesa, merecendo um lugar de destaque na mesa de qualquer amante da boa comida.
Guarde num recipiente bem fechado, em local seco: o sal marinho natural absorve humidade e pode empedrar.
Sim: é sal marinho alimentar, usado na cozinha como qualquer sal, com moderação.
A água da ria entra nas marinhas e evapora ao sol e ao vento, de tanque em tanque, até o sal cristalizar; o marnoto colhe-o à mão com alfaias de madeira.
É o trabalhador das salinas de Aveiro que conduz a água e colhe o sal à mão.
Para temperar carnes e peixe antes de grelhar, cozer legumes, conservas, assar castanhas e fazer peixe em crosta de sal.
O Marnoto é o homem responsável pela extração do sal artesanal com a utilização de alfaias de madeira. Inicialmente começavam como moços e, com experiência, tornavam-se marnotos capazes de explorar sozinhos uma marinha de sal.
Para saber mais sobre as salinas da ria de Aveiro pode pesquisar Aqui.
Veja todas as especiarias e ervas aromáticas.
Informação do produto
A costa atlântica da Península Ibérica é desde longa data conhecida pela produção de sal, sendo uma das atividades mais antigas do território português, devido às ótimas condições geográficas e climatéricas – ventos dominantes fortes e quentes durante uma parte do ano e verões de temperaturas elevadas e constantes.
O sal da Ria de Aveiro resulta da evaporação natural da água salgada, sob a ação do sol e do vento.
A colheita é manual, e o resultado é um sal não refinado e sem aditivos. A sua forma é irregular e os cristais são grossos, homogéneos e compactos. Compõe-se principalmente de cloreto de sódio, com vestígios de outros elementos, como cálcio, magnésio e potássio.
Para além da aplicação culinária, o sal também se usa em cosmética caseira, por exemplo como esfoliante da pele, misturado com óleos e mel.
O sal é essencial para o nosso organismo funcionar e para as diversas funções que este desempenha, no entanto deve-se consumir com moderação.
A Organização Mundial da Saúde recomenda não ultrapassar 5 g de sal por dia.
Na culinária, o sal da Ria de Aveiro é altamente valorizado por chefs e gourmets, e pode utilizar-se numa variedade de pratos.
A sua textura e sabor únicos fazem dele um excelente tempero para carnes, peixes e vegetais, realçando os sabores naturais dos alimentos. Pode utilizar-se em pratos como o arroz de marisco ou o bacalhau, onde a qualidade do sal faz toda a diferença no resultado final.
Além de ser um tempero, o sal da Ria de Aveiro também se pode utilizar em conservas e na preparação de pratos de charcutaria, onde ajuda a preservar os alimentos e a intensificar os seus sabores. A sua versatilidade permite que seja utilizado em diferentes etapas da cozinha, desde a marinada até à finalização de pratos, onde é polvilhado para um toque final.
Outro aspecto interessante é que o sal da Ria de Aveiro é frequentemente utilizado em combinações com ervas e especiarias, criando misturas aromáticas que se podem utilizar em grelhados e saladas. Existem até versões infundidas com ervas locais, que proporcionam uma experiência gastronómica ainda mais rica.
Em suma, o sal da Ria de Aveiro é um produto saboroso e tradicional, que acrescenta um toque especial à culinária. A sua produção artesanal e o respeito pela tradição fazem dele um verdadeiro tesouro da gastronomia portuguesa, merecendo um lugar de destaque na mesa de qualquer amante da boa comida.
Guarde num recipiente bem fechado, em local seco: o sal marinho natural absorve humidade e pode empedrar.
Sim: é sal marinho alimentar, usado na cozinha como qualquer sal, com moderação.
A água da ria entra nas marinhas e evapora ao sol e ao vento, de tanque em tanque, até o sal cristalizar; o marnoto colhe-o à mão com alfaias de madeira.
É o trabalhador das salinas de Aveiro que conduz a água e colhe o sal à mão.
Para temperar carnes e peixe antes de grelhar, cozer legumes, conservas, assar castanhas e fazer peixe em crosta de sal.
O Marnoto é o homem responsável pela extração do sal artesanal com a utilização de alfaias de madeira. Inicialmente começavam como moços e, com experiência, tornavam-se marnotos capazes de explorar sozinhos uma marinha de sal.
Para saber mais sobre as salinas da ria de Aveiro pode pesquisar Aqui.
Veja todas as especiarias e ervas aromáticas.
Informação do produto
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Sal marinho 100 %. Pode conter vestígios de frutos de casca rija, amendoim, sésamo e cereais com glúten.
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